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Recurso de Nuno Pardal Ribeiro no caso do menor: ex-dirigente do Chega contesta pena de um ano e três meses

Homem de fato apresenta documento com foto a outras pessoas em frente a edifício com colunas e estátua da justiça.

No momento em que o Expresso revelou que o Ministério Público o acusava de recurso a prostituição de menores, Nuno Pardal Ribeiro acumulava funções como vice-presidente da distrital de Lisboa do Chega e deputado municipal do partido de direita radical. Embora tenha deixado os cargos por “falta de condições” e tenha sido expulso pelos companheiros ainda antes de ser julgado, Ribeiro sustenta que a condenação terá sido influenciada, em parte, pelo facto de ter sido político.

Recurso de Nuno Pardal Ribeiro (Chega) contra a pena

No recurso com que procura fazer cair a pena de um ano e três meses, o antigo dirigente do Chega aponta ao Tribunal de Cascais a alegada “ponderação” do seu percurso público - por “ter sido político” - como elemento que terá pesado na decisão de o condenar por ter pago €20 a um menor para manterem relações sexuais.

O recurso será apreciado pela Relação de Lisboa.

O que a defesa alega sobre o menor e os €20

Na argumentação apresentada, a defesa de Pardal Ribeiro afirma que o arguido “não sabia” estar a envolver-se com um menor. Quanto aos €20, sustenta que não corresponderam a qualquer “retribuição” por atos sexuais, mas sim a uma ajuda para que a alegada vítima pudesse ir jantar com amigos.

Declarações do ofendido e críticas do advogado

O ofendido, com 15 anos à data dos factos, foi ouvido para memória futura, mas acabou por ter de voltar a depor em audiência de julgamento. O advogado Carlos Arantes considera

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