Arturo Toscanini e o Hino das Nações em Nova Iorque
Em dezembro de 1943, com a guerra a atravessar a vida europeia e americana, Arturo Toscanini sobe ao pódio em Nova Iorque para dirigir o Hino das Nações - um ato de resistência que junta arte e esperança num tempo dominado pelo fascismo, pela censura e pelo medo. Neste episódio de “Tempo ao Tempo”, acompanha-se a forma como a música pode funcionar como gesto de ação, de união e de confiança política.
Da Nona Sinfonia de Beethoven ao Hino da Europa
O episódio segue ainda a viagem singular da Nona Sinfonia de Beethoven: sai da sala de concertos e entra na arena política, passando da utopia cosmopolita de Schiller à consagração como Hino da Europa. Pelo caminho, surgem Schuman e Monnet, e regressa a pergunta que continua a ressoar: faremos nós a Europa, ou faremos nós a guerra?
Símbolos, crise e a força da Ode à Alegria
Da Segunda Guerra Mundial ao Dia da Europa, Rui Tavares recorda-nos que os símbolos não aparecem por acaso: nascem de crises, de decisões difíceis e de uma determinação teimosa em não repetir o desastre. Talvez por isso a Ode à Alegria ainda nos emocione - porque fala de uma fraternidade possível num mundo tantas vezes dividido.
Onde ouvir “Tempo ao Tempo”
Ouça “Tempo ao Tempo” aqui no Expresso, na SIC e na SIC Notícias, ou subscreva o podcast em qualquer plataforma de podcasts. Todas as quintas-feiras há um novo episódio, escrito e narrado por Rui Tavares.
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