A Apple poderá estar prestes a pôr em causa o tradicional ciclo anual do iPhone, ao preparar um novo calendário para a apresentação dos seus smartphones. Se se confirmar, a mudança começará a ser aplicada já no próximo ano.
Ao contrário de muitos rivais no mercado dos telemóveis, a Apple manteve durante muito tempo um ritmo anual. Desde 2011, os novos iPhone têm sido revelados no outono (com excepção dos anos em que também chega um iPhone “SE”). No entanto, segundo a mais recente newsletter do jornalista Mark Gurman (Bloomberg), este formato passou a ser um peso para a empresa. O motivo é simples: hoje a Apple lança mais modelos por ano e esse número deverá continuar a aumentar.
Calendário de lançamentos do iPhone em 2026
De acordo com esta informação, a empresa terá optado por dividir o ano em dois momentos de lançamento. Este novo calendário entraria em vigor a partir de 2026.
No outono, a Apple apresentaria apenas três modelos: o iPhone 18 Pro, o iPhone 18 Pro Max e o iPhone dobrável. Depois, seis meses mais tarde, seriam anunciados o iPhone 18, o iPhone 18e e, possivelmente, o iPhone Air 2.
Esta reorganização permitiria à Apple tornar as receitas mais estáveis ao longo do ano e, ao mesmo tempo, aliviar a pressão tanto sobre os seus colaboradores como sobre os fornecedores.
Uma nova era para a Apple
Para além da alteração no calendário, a empresa deverá também trazer mais novidades para os fãs. Essa tendência já terá começado este ano, com a apresentação do iPhone Air. E, no próximo ano, a Apple deverá finalmente lançar o seu primeiro iPhone dobrável.
O que poderá chegar em 2027
Mais à frente, em 2027, a marca apresentaria um novo iPhone com ecrã curvo e um sensor fotográfico frontal escondido sob o ecrã (ou seja, sem entalhe).
iOS: actualizações também podem mudar
Entretanto, a forma como a Apple actualiza o iOS também poderá sofrer alterações. Em vez de disponibilizar uma grande actualização por ano no outono, a empresa poderá igualmente lançar novidades importantes para o sistema operativo na primavera.
Ainda assim, como é habitual, estas informações devem ser encaradas com prudência, uma vez que não têm origem numa fonte oficial.
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