SpaceX e Starlink pedem à Comissão Federal das Comunicações dos EUA
A SpaceX pretende elevar as velocidades de envio de dados para os utilizadores da Starlink através de uma utilização mais alargada do espectro radioelétrico.
A empresa entregou um pedido à Comissão Federal das Comunicações dos EUA (FCC) para ampliar o uso de radiofrequências no sistema Starlink. Estão em causa as faixas de 13,75–14,0 GHz e 14,5–14,8 GHz, que a SpaceX quer usar para a transmissão de dados da Terra para os satélites, ou seja, para aumentar a velocidade de envio.
Apesar de o regulador já ter autorizado formalmente parte desse espectro, as regras em vigor exigem antenas com, pelo menos, 4,5 m de diâmetro, algo muito acima das dimensões dos terminais da Starlink. Por esse motivo, a SpaceX pede uma exceção para que estas bandas possam ser utilizadas por todos os equipamentos atuais, incluindo as antenas standard e a versão compacta Mini.
A principal meta é reduzir o desequilíbrio entre a velocidade de descarregamento e a de envio, que atualmente chega a 4:1. Com a ampliação do espectro, os dois valores poderão ficar mais próximos, o que deverá melhorar as videochamadas e outras tarefas em tempo real. Neste momento, a velocidade de envio da Starlink situa-se normalmente entre 20–40 Mbit/s, mas poderá aumentar de forma significativa depois das alterações.
Anteriormente, o MNIIRS desenvolveu e testou com sucesso a antena «Éfir-600», criada para garantir internet de banda larga e comunicações a bordo de aviões.
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