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Estes 3 passatempos revelam o seu verdadeiro grau de inteligência.

Rapaz sentado a tocar piano, com partitura aberta, numa sala iluminada com plantas e livros ao fundo.

Quem, ao fim do dia, pega na guitarra, se perde num romance ou fica a matutar sobre um jogo de estratégia, não está apenas a descontrair. Estas atividades podem exigir do cérebro um esforço comparável ao de um treino intenso - só que de forma muito mais agradável. Entre as opções de lazer, há três que se destacam particularmente quando o objetivo é ganhar nitidez mental, melhorar a capacidade de aprender e tomar decisões mais inteligentes.

Tocar um instrumento musical: um ginásio para o cérebro

Seja piano, guitarra, violino ou bateria, tocar um instrumento está longe de ser apenas um passatempo simpático. Obriga o cérebro a ouvir, planear, sentir e coordenar movimentos ao mesmo tempo - um verdadeiro treino completo para os neurónios.

Como aprender pautas reforça a potência da memória de trabalho ao tocar um instrumento musical

Ao tocar, acontecem várias coisas em simultâneo: ler notas, manter o ritmo, controlar os dedos ou a voz e ajustar-se ao som que se produz. Tudo isto puxa pela chamada capacidade da memória de trabalho - isto é, a aptidão para reter informação por instantes e usá-la de forma flexível.

"Quem pratica música com regularidade treina o cérebro de forma tão intensa como outras pessoas treinam o corpo no ginásio."

Estudos indicam que pessoas com experiência a tocar instrumentos: - memorizam números, nomes e sequências mais depressa,

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