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A Blue Origin de Jeff Bezos planeia lançar centros de dados espaciais, seguindo os passos de Elon Musk.

Astronauta observa Estação Espacial Internacional e Terra através da janela da nave espacial.

O Projeto Nascer do Sol da Blue Origin pode reduzir a pressão sobre as redes energéticas da Terra e o consumo de água

A empresa de foguetões de Jeff Bezos, a Blue Origin, apresentou à Comissão Federal das Comunicações (FCC) um pedido formal para lançar e operar uma constelação de 51 600 satélites de inteligência artificial, ou seja, centros de dados orbitais.

O plano da Blue Origin, batizado de Projeto Nascer do Sol, prevê a colocação de até 51 600 satélites em órbita baixa da Terra, destinados a executar tarefas de inteligência artificial e de computação em nuvem com recurso a energia solar contínua.

A rede recorrerá sobretudo a ligações laser, também chamadas ópticas, entre os satélites. A Blue Origin afirma que «os centros de dados espaciais podem reduzir a pressão sobre as redes energéticas da Terra e o consumo de água».

Isto acontece apenas duas semanas depois de a Amazon ter apresentado uma moção formal a pedir à FCC que rejeitasse o pedido da SpaceX. Recorde-se que a empresa de Elon Musk propõe um projeto de centros de dados em órbita que inclui até um milhão de satélites, mas a Amazon considera que a sua implementação demorará «séculos».

O presidente da Comissão Federal das Comunicações dos EUA (FCC), Brendan Carr, publicou entretanto uma declaração bastante dura dirigida à Amazon, aconselhando a empresa a não perder tempo nem dinheiro «a apresentar ações judiciais contra empresas que colocam milhares de satélites em órbita».

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