Em Portugal, assim que aparecem os primeiros dias verdadeiramente amenos, é normal dar vontade de levar as plantas de tomate para o exterior “de uma vez por todas”. O problema é que, ao passar diretamente da janela para o sol a pique, as mudas delicadas podem, em poucos dias, ganhar folhas queimadas, caules moles e um arranque de época completamente travado. O calendário pode estar certo - mas o passo-a-passo no jardim muitas vezes não está.
Der klassische Tomaten-Fehler im Frühling
O cenário repete-se todos os anos: na sala, numa marquise/jardim de inverno ou numa estufa ligeiramente aquecida, as plântulas de tomate desenvolvem-se muito bem. Lá dentro a temperatura mantém-se estável, não há vento, a luz é intensa mas filtrada. As plantas parecem saudáveis, bem verdes e robustas.
É precisamente aí que mora a ilusão. As folhas podem estar bonitas, mas são extremamente sensíveis. A camada protetora mais externa é muito fina, a planta ainda regula mal a água, e as raízes ficam apertadas no substrato de sementeira, com poucas reservas.
Quando estas mudas “mimadas” passam para a rua sem qualquer transição, deparam-se de repente com:
- radiação UV significativamente mais forte
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