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Acaba de receber na sua caixa de correio a mais recente newsletter Expresso Longevidade. A partir de agora, na última quarta-feira de cada mês, vamos partilhar consigo as notícias, descobertas, entrevistas e temas essenciais que estão a transformar a forma como olhamos para o tempo - e como nos preparamos, desde já, para uma vida futura ativa e com qualidade.
Longevidade: muito para lá da saúde
Hoje, a longevidade já não se limita ao campo da saúde. É um tema que cruza ciência, alimentação, tecnologia, trabalho e sociedade. A ideia de base é simples: mais do que somar anos, queremos ganhar autonomia e viver com confiança.
É neste enquadramento que surge uma nova edição do projeto editorial Longevidade, com o apoio da CUF e da MGEN, que também pode acompanhar no site, onde todas as semanas publicamos mais conhecimento, novas ferramentas, conversas com especialistas e hábitos que, cada vez mais, começam a ser adotados desde cedo.
O que controlamos (e o que afinal não controlamos)
No centro desta conversa está aquilo que está ao nosso alcance. A alimentação, por exemplo, ocupa um lugar determinante, como explica a nutricionista Joana Martins: “é através dela que conseguimos modular a inflamação, reduzir o impacto do stress oxidativo e apoiar funções essenciais como a imunidade, a saúde cognitiva e a manutenção da massa muscular”.
Ao mesmo tempo, há componentes que parecem pesar mais do que se julgava. Um estudo recente aponta que a genética poderá explicar até 50% da longevidade humana - uma influência muito acima do que a ciência defendia até agora.
Tecnologia, trabalho e escolhas informadas
A tecnologia também acompanha esta mudança. Dispositivos como relógios, anéis ou óculos inteligentes estão a alterar a forma como acompanhamos a saúde, quase como um médico ou um treinador pessoal permanente - ainda que não seja aconselhável trocar o conhecimento humano pelos números e leituras fornecidos pela máquina.
No mundo do trabalho, este novo paradigma já forçou uma reflexão mais séria sobre como poderá ser o emprego num futuro relativamente próximo. “São poucas as empresas que contratam pessoas com mais de 55 anos, mas vai ser preciso fazê-lo, porque teremos cada vez menos jovens”, escreve a jornalista Isabel Vicente, recordando o alerta de Céline Abecassis-Moedas, pró-reitora de Inovação e Empreendedorismo da Universidade Católica Portuguesa, que lidera o novo centro de investigação dedicado à economia da longevidade. No podcast do Expresso “O CEO é o limite”, a especialista acrescenta que é preciso criar equipas multigeracionais e pôr diferentes gerações a trabalhar em cooperação.
Na área da saúde, os suplementos alimentares associam-se a promessas de mais energia e vitalidade, mas importa perceber que não são medicamentos, que não são todos iguais e que, apesar de a ciência confirmar que podem trazer benefícios terapêuticos ou preventivos, o seu consumo não oferece as mesmas vantagens a toda a gente.
Por fim, fique a conhecer os segredos inesperados da rainha Isabel II para manter o estilo de vida ao longo de mais de 90 anos, descubra exercícios usados por astronautas que ajudam a atrasar o envelhecimento e perceba porque "Paz, amor e bróculos" fazem parte da receita de Ringo Starr para a longevidade.
A idade está a deixar de ser vista como limite para passar a ser um ativo, e a longevidade deixa, aos poucos, de ser um assunto apenas do futuro para se tornar uma escolha feita no presente.
A newsletter Expresso Longevidade regressa à sua caixa de correio no próximo mês, com mais temas e mais informação.
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