Alguns grupos de amigos mantêm-se desde os tempos de escola - outros desfazem-se ao fim de poucos anos.
O que distingue os que ficam de todos os restantes?
Psicólogos estudaram pessoas que conservaram, durante décadas, uma rede de amigos pequena mas estável. O resultado não aponta para nenhum truque mágico, mas sim para um conjunto de atitudes e padrões de comportamento que se repetem com uma frequência surpreendente.
Porque é que algumas amizades duram a vida inteira
Quem, aos 40, 50 ou 60, ainda se ri com as mesmas duas ou três pessoas como aos 16, raramente se limita a ter sorte. Por trás destas ligações de longa duração estão certos traços de personalidade e escolhas - muitas vezes feitas sem grande consciência. E há um detalhe curioso: contam menos os grandes gestos e mais as pequenas coisas, discretas, que se vão acumulando ao longo dos anos.
"Pessoas que mantêm a sua pequena rede de amigos ao longo de décadas não são necessariamente mais sociais - são, acima de tudo, mais consistentes na forma como vivem a proximidade."
1. Um núcleo comum nas amizades: semelhanças no que realmente importa
Estudos do psicólogo evolucionista Robin Dunbar mostram que as amizades tendem a ser mais duradouras quando as pessoas são semelhantes em certas dimensões. Não significa serem iguais em tudo - significa, sim, estarem alinhadas no essencial. Por exemplo:
- um sentido de humor parecido
Comentários
Ainda não há comentários. Seja o primeiro!
Deixar um comentário