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Tesla no espaço: chip Dojo 3 será o “cérebro” dos satélites de IA da SpaceX.

Satélite futurista em órbita da Terra com um cérebro luminoso no topo e painéis solares.

A rede Starlink deverá ficar responsável pela transmissão de dados

O novo chip Tesla Dojo 3 (D3) será utilizado nos satélites com inteligência artificial da empresa de Elon Musk. Estes aparelhos passarão a integrar a infraestrutura de computação orbital que a empresa pretende colocar no espaço.

Os satélites com IA serão enviados para órbita e darão origem a centros de dados distribuídos, alimentados por energia solar. A rede Starlink deverá encarregar-se da transmissão de dados. O próprio chip D3, por sua vez, será adaptado às condições do espaço, com foco na eficiência energética e na resistência à radiação.

A Tesla retomou o desenvolvimento do Dojo 3 em 2026, deslocando o foco das tarefas em terra para a computação orbital. Está em causa um conjunto de sistemas de IA escaláveis, capazes de processar volumes gigantescos de dados. Musk está a construir um ecossistema completo, em que chips próprios, foguetes e satélites se juntam numa única plataforma para computação global e futuros projetos espaciais.

Anteriormente, a SpaceX divulgou um novo vídeo com a demonstração do conceito de um acelerador eletromagnético, que se prevê construir na Lua.

O fundador da Tesla e da SpaceX, Elon Musk, afirmou que, dentro de apenas três anos, será mais vantajoso instalar no espaço, e não na Terra, a capacidade computacional para modelos de inteligência artificial (IA).

Em 22 de março de 2026, a Tesla apresentou o Terafab, em colaboração com a SpaceX e a xAI, para construir a maior fábrica de microchips do mundo, com uma capacidade computacional anual-alvo dos chips produzidos de 1 terawatt.

Além disso, a SpaceX mostrou pela primeira vez imagens dos satélites para o ambicioso projeto de centros de dados orbitais Terafab.

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