A maioria das pessoas associa o burn-out a exaustão total, perturbações do sono ou ataques de pânico. Na prática, a queda costuma começar de forma bem mais discreta: com uma viragem interna em que, de repente, o trabalho deixa de fazer sentido. Para os especialistas, é precisamente aí que surge um dos alertas mais precoces - e também mais perigosos.
O burn-out desenvolve-se aos poucos - não apenas quando já não dá mais
Há anos que médicos sublinham que o burn-out não é um colapso súbito, mas sim um processo. No início, muitas vezes não existe ainda uma sobrecarga extrema; o que aparece primeiro é a sensação de que, por dentro, a motivação começa a falhar.
"Quem leva a sério os primeiros sinais emocionais no trabalho consegue, muitas vezes, evitar um colapso completo e agir atempadamente."
Muitas pessoas reparam apenas nos sinais mais óbvios:
- cansaço crónico apesar de dormir
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