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A Marinha do Equador iniciou exercícios com o porta-aviões nuclear USS Nimitz, dos EUA.

Militar em farda camuflada com binóculos em barco perto de porta-aviões e helicóptero no mar.

Com a chegada do porta-aviões nuclear USS Nimitz (CVN-68) no âmbito da operação multinacional Southern Seas 2026, a Armada do Equador deu início aos seus exercícios em conjunto com a dos EUA, integrando-se num esquema de treino combinado destinado a aumentar a interoperabilidade e as capacidades operacionais no domínio marítimo.

A chegada do porta-aviões ocorre num momento considerado decisivo para a cooperação militar entre o Equador e os EUA, no contexto das políticas promovidas pelo governo do presidente Daniel Noboa e do reforço dos laços bilaterais em matéria de defesa.

Há alguns dias, a Armada do Equador tinha iniciado o seu próprio destacamento naval com vista à participação na operação multinacional Southern Seas 2026. Nesse contexto, as corvetas lançadoras de mísseis da classe Esmeraldas Manabí (CM-12) e Loja (CM-16) largaram para dar início à chamada “Operação de Treino I”, uma fase preliminar destinada a preparar as unidades para a sua integração em exercícios combinados de maior dimensão.

Durante esta fase inicial, os navios equatorianos realizaram exercícios de defesa naval e manobras específicas perante ameaças como o narcotráfico, a pesca ilegal e outras actividades ilícitas no domínio marítimo. Estas práticas procuram melhorar a capacidade de resposta perante cenários complexos, elevando os níveis de prontidão, coordenação e emprego conjunto dos meios.

O USS Nimitz (CVN-68) opera na região acompanhado pelo destróier USS Gridley (DDG-101), tendo iniciado anteriormente actividades operacionais com exercícios bilaterais em conjunto com unidades de outras marinhas, como o navio ARM Benito Juárez (POLA 101) do México. Este destacamento insere-se no desenvolvimento da operação Southern Seas 2026, uma iniciativa promovida pela Quarta Frota dos Estados Unidos que prevê a participação de vários países da região através de exercícios combinados e intercâmbios profissionais orientados para reforçar a interoperabilidade.

Imagens utilizadas a título ilustrativo.-

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