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Se houve nervosismo, foi ligeiro; tudo decorreu conforme o plano, ainda que não o inicial, e a tripulação da ISS assumiu o controlo e concluiu a missão do Progress.

Astronauta dentro de estação espacial observando uma nave a flutuar no espaço com a Terra ao fundo.

Автоматика подвела, но космонавты без проблем завершили сближение вручную

Nem sempre o espaço permite “piloto automático” até ao fim. O cargueiro «Progress MS-33» acoplou com sucesso à Estação Espacial Internacional (ISS), mas a operação acabou por seguir um roteiro diferente do previsto. O comandante da estação, Serguei Kud-Sverchkov, explicou que a tripulação já contava com a possibilidade de passar para o modo manual e cumpriu a tarefa sem dificuldades.

“Fizemos exatamente o que nos ensinaram e o que o TsUP (Centro de Controlo de Voo) exigia. A nave respondia de forma precisa aos movimentos dos comandos; foi quase como no simulador do TsPK (Centro de Treino de Cosmonautas). As muitas sessões de treino e a boa coordenação com o TsUP fizeram com que, se houve nervosismo, fosse ligeiro e apenas no início do controlo. Tudo decorreu conforme o plano, ainda que não o inicial.”

O desvio ao cenário ocorreu porque não abriu uma antena necessária para a acoplagem automática. Ainda assim, a nave conseguiu aproximar-se autonomamente da estação e parou a cerca de 180 m, momento em que o controlo passou para a tripulação. Usando o sistema TORU, os cosmonautas concluíram a manobra e garantiram uma atracação bem-sucedida.

A missão foi lançada a 22 de março num foguetão «Soyuz-2.1a», a partir do cosmódromo de Baikonur. Já a 24 de março, a nave acoplou ao módulo «Poisk». Foram entregues em órbita cerca de 2,5 t de carga: combustível, água, oxigénio e equipamento, incluindo aparelhos para experiências científicas.

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